
Benvindos à primeira edição do Relatividade de 2008. Esta edição apresentará um novo formato e novos objectivos.
Penso que, em versões anteriores, ainda não tinha explicado o verdadeiro prepósito do Relatividade.
Bem, começemos pelo início. A ideia surgiu enquanto eu lia um número da revista Hype, e começei a reparar na quantidade de colunas que a revista tem, escrita por especialistas que estão na indústria há muito tempo. E começei a interrogar-me "E os novatos, qual será a opinião deles?"
Foi então que sugeri do nascimento do Relatividade. O objectivo da minha coluna é apresentar os videojogos noutra perspectiva social. O facto de ser escrito por alguém do sexo feminino não é relevante.
As primeiras edições pareceram-me correr bem, mas não posso dizer o mesmo das duas últimas. É muito difícil para mim conseguir um tema interessante e bem construído todas as semanas, pois há sempre mais coisas em que pensar (estudos, trabalho, tarefas em casa, etc). Portanto, vou sugerir duas edições por mês.
Neste momento, desde o ano passado, tenho feito alguns upgrades. Tenho finalmente a minha sala de jogo finalizada e organizada, mas nenhuma das consolas (excepto a NDS) são de next gen. Talvez quando começar seriamente a trabalhar, isso seja alterado.
A maior novidade é a aquisição de um Apple iMac Intel. Lamento, sou uma "gaja teimosa", mas sinto-me muito feliz com a máquina. E onde está a novidade? Pois bem, o regresso do Windows à minha vida (por obrigações profissionais).
Por causa disto tudo, lembrei-me de algo que seria interessante: analisar, por mês, um massive multiplayer online game. Acreditem, a lista é grande.
Posso avançar também que estou a realizar um inquérito sobre girl gamers e, prometo-vos, irão ser surpreeendidos pelas respostas que irão ler. Mas isso só será revelado lá mais para a frente.
A próxima edição do Relatividade sairá por meados de Abril, e incluirá uma análise a Final Fantasy XI. Até lá, bons jogos e divirtam-se.
Boa sorte, Carla, cá espero andar para ler esta coluna. :)
PS: Maldita Microsoft, mesmo que fujamos do Windows em casa, acabamos por levar com ele sempre no emprego...