
Possivelmente todos vós já tereis jogado Tetris, jogo extra popular concebido pelo outrora sujeito ao regime soviético Alexey Pajitnov que agora reside nos EUA e continua a explorar puzzle games.
Tetris é um marco, e qualquer pessoa que agarrou um Game Boy tijolo passou pela irresistível tarefa de fazer linhas e linhas de cubos, na saga contra o preenchimento total da área de jogo.
Mas em bom rigor, lembro-me que nem era preciso um Game Boy para desfrutar deste esquema tão apetecível. Máquinas vendidas nos ciganos e nas feiras, concebidas apenas para uma versão não original, faziam as delícias de quem não podia suportar o gasto da portátil da Nintendo que em 1991 custava 15 ou 16 contos.
Não tenho bem a certeza qual a forma certa de escrever o nome dele, nem tenho aqui uma cópia do Tetris Game Boy, mas aqui numa entrevista que tenho ao pé vejo Alexey Pajitnov.
E agora lembraste-me, são as brickmania, grandes máquinas. Lembro-me que a dada altura quase toda a gente da minha idade tinha uma, depois vieram os Game Boys. Foi a loucura tetris. lol
Iluminado como o Lights Out da Tiger e à escala do projecto GameOver de Guillaume Reymond.
Sempre tive as minhas dúvidas... será que se escreve Alexey Pajitnov? É que no outro dia estava a dar uma olhada aos documentos da ELORG e lá eles escrevem (não em cirílico) Alexej Pagtinov (risos).
Realmente, agora recordei-me daquelas BrickMania daquele fabricante Atlantis (ne?). Creio que ainda conservo uma que tinha sons muito mais avançados que as restantes e uma série de variantes do mesmo jogo.
Não, tu escreveste tal e qual como tenho visto ser escrito a minha vida inteira. Inclusivamente na capa daquele jogo mais recente dele, Dwice, pode se ler: Alexey Pajitnov.
Serão duas formas de escrever em românico uma mesma palavra originalmente em cirílico? Muito provavelmente.